quinta-feira, 13 de abril de 2017
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Biografia sobre a vida da Digníssima Poeta :Cora Coralina.
Colégio: Interativa.
Trabalho de Literatura:
Biografia sobre a vida da Digníssima Poetisa :Cora Coralina.
Aluna: Kamila Almeida.
Série: 1° Ano Ensino Médio.
Goiânia- Goiás.
Ano: 2012
Sumário:
O.1- Introdução.
1.0- Como foi a vida dessa digna Escritora?
1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?
1. 2 -Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poeta Cora Coralina.
1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.
3.0-Bibliografia.
Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.
Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais.
1.0 – Como foi a vida dessa Digna Escritora?
Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha. Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.”
1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?
Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.
1.2- Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poetisa Cora Coralina :
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Autor(a):Cora Coralina.
O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.
Autor(a): Cora Coralina.
Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Autor(a) :Cora Coralina.
1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.
Mãe:
Autor(a) :Cora Coralina.
2 – Conclusão:
Biografia da Poeta Cora Coralina : Cora Coralina (Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa".
Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina.
Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP).
Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
3.0 – Bibliografia.
Fonte:
“http://pensador.uol.com.br/poemas_de_cora_coralina/”
"http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp"
"http: blogspot.emporiocaralina.com.br."
Observação: Proibido a reprodução total ou parcial, sem autorização previa da autora, nos termos da Lei Federal nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998, publicada no Diário Oficial da União de 20Fev98.
Trabalho de Literatura:
Biografia sobre a vida da Digníssima Poetisa :Cora Coralina.
Aluna: Kamila Almeida.
Série: 1° Ano Ensino Médio.
Goiânia- Goiás.
Ano: 2012
Sumário:
O.1- Introdução.
1.0- Como foi a vida dessa digna Escritora?
1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?
1. 2 -Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poeta Cora Coralina.
1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.
2.0 - Conclusão.
3.0-Bibliografia.
0.1 – Introdução :
Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.
Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais.
1.0 – Como foi a vida dessa Digna Escritora?
Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha. Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.”
1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?
Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.
1.2- Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poetisa Cora Coralina :
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Autor(a):Cora Coralina.
O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.
Autor(a): Cora Coralina.
Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Autor(a) :Cora Coralina.
1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.
Mãe:
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.
Autor(a) :Cora Coralina.
2 – Conclusão:
Biografia da Poeta Cora Coralina : Cora Coralina (Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa".
Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina.
Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP).
Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais".
Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
3.0 – Bibliografia.
Fonte:
“http://pensador.uol.com.br/poemas_de_cora_coralina/”
"http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp"
"http: blogspot.emporiocaralina.com.br."
Observação: Proibido a reprodução total ou parcial, sem autorização previa da autora, nos termos da Lei Federal nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998, publicada no Diário Oficial da União de 20Fev98.
domingo, 9 de outubro de 2016
terça-feira, 5 de julho de 2016
Página Eu amo ser escritora Kamila Almeida.
Amigos é com imensa satisfação que venho convidá-los a seguir minha nova página social de divulgação da Literatura Poética.
https://www.facebook.com/Eu-amo-ser-escritora-Escritora-Kamila-Almeida-1542107192727963/?ref=settings
https://www.facebook.com/Eu-amo-ser-escritora-Escritora-Kamila-Almeida-1542107192727963/?ref=settings
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Poema: Conviver e Aprender.
Poema: Conviver e Aprender.
Hoje eu parei para pensar e refletir,
Sobre a vida, de foma
composta como um todo.
Onde eu me encontro
em um novo destino.
Destino este onde eu passo a conviver e aprender.
A vida nos ensina a acatar as rejeições e
aceitações.
Colaborando para o aprendizado.
Na sociedade nossas ações refletem no presente,
sendo conjugadas e descrita em qualquer
tempo ou momento.
Vindo à prevalecer os mais altos valores:
honestidade,verdade e justiça.
Acredito que quando a sociedade de forma geral,
aceitar à colocar em prática os valores éticos e morais.
E também agir com os deveres e respeito.
Nós conviveremos em uma civilização humanitária.
Autora: Kamila Almeida
OBSERVAÇÃO:
PROIBIDO A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL. SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DA AUTORA, NOS TERMOS DA LEI FEDERAL N°. 9.610 DE 19 DE FEVEREIRO DE 1.998 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DATADO DE 20FEV98.
AUTORIZADA DESDE CITAÇÃO DO AUTOR E DA FONTE DE PESQUISA.
sábado, 21 de novembro de 2015
A vida no Cerrado
Poema:
A vida no Cerrado.
Viver no Cerrado é:
Ver a natureza no calor,
Nascente do sol.
É o chão vermelho onde passei,
É olhar para a vida e no imenso céu,
A paisagem linda
No amanhecer
E o pôr do sol
Ao entardecer.
É observar
Áqueles pastos verdes
E árvores na primavera.
É ir além,
Como é bonito:
Gados fazer filas
Para caminhar.
É naquele
Sertão Goiano
Que um dia
Eu vivi.
Ao ver
Passarinhos verdes,
A cantar
Ao amanhecer.
É olhar simplesmente,
A chuva abundante,
Ao cair cada gotícula
De água ao varrer
O chão vermelho
E assim assentar a
Poeira, e essencialmente.
Olhar e apreciar a natureza
E ver como é lindo o
Cerrado goiano.
Autora: Kamila Almeida.
OBSERVAÇÃO:
PROIBIDO A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL. SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DA AUTORA, NOS TERMOS DA LEI FEDERAL N°. 9.610 DE 19 DE FEVEREIRO DE 1.998 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DATADO DE 20FEV98.
AUTORIZADA DESDE CITAÇÃO DO AUTOR E DA FONTE DE PESQUISA.
Assinar:
Postagens (Atom)