segunda-feira, 1 de julho de 2013

Trabalho sobre a Escritora Cora Coralina.


Colégio: Interativa.
Trabalho de Literatura:
Biografia sobre a vida da digníssima poetisa :Cora Coralina.


Aluna: Kamila Almeida.


Série: 1° Ano Ensino Médio.

Goiânia- Goiás.


Ano: 2012


Sumário:


O.1- Introdução.

1.0- Como foi a vida dessa digna Escritora?


1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?

1. 2 -Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poeta Cora Coralina.

1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.

2.0 - Conclusão.

3.0-Bibliografia.

0.1 – Introdução : 

Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas, 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.
Se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. 

1.0 – Como foi a vida dessa Digna Escritora?

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha. Nascida em Goiás, Cora tornou-se doceira para sustentar os quatro filhos depois que o marido, o advogado paulista Cantídio Brêtas, morreu, em 1934. “Mamãe foi uma mulher à frente do seu tempo”, diz a filha caçula, Vicência Brêtas Tahan, autora do livro biográfico Cora Coragem Cora Poesia. “Dona de uma mente aberta, sempre nos passou a lição de coragem e otimismo.”

1.1- Quando e como Cora Coralina, descobriu seu talento e dom de Poetisa?

Aos 70 anos, decidiu aprender datilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores. Cora, que começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, cursou apenas até a terceira série do primário. Nos últimos anos de vida, quando sua obra foi reconhecida, participou de conferências, homenagens e programas de televisão, e não perdeu a doçura da alma de escritora e confeiteira.

1.2- Poemas, Versos e Frase da Ilustríssima, Poeta Cora Coralina :

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Autor(a):Cora Coralina.

O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim terás o que colher.

Autor(a): Cora Coralina.

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Autor(a) :Cora Coralina.

1.3- Poema sobre ser Mãe de Cora Coralina a Poetisa.

Mãe:
Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.
Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.
Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.

Autor(a) :Cora Coralina.


2 – Conclusão:

Biografia da Poeta Cora Coralina : Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". 

Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. 

Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). 

Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". 

Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.

3.0 – Bibliografia.

Fonte:

“http://pensador.uol.com.br/poemas_de_cora_coralina/”
"http://www.releituras.com/coracoralina_vida.asp"
"http: blogspot.emporiocaralina.com.br."

Observação: Proibido a reprodução total ou parcial, sem autorização previa da autora, nos termos da Lei Federal nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998, publicada no Diário Oficial da União de 20Fev98.

sábado, 29 de junho de 2013

Salmo 23 da Bíblia Sagrada



SALMO 23

 DA BÍBLIA SAGRADA


O Senhor é o Meu Pastor

Salmo de Davi Salmo 23
O Senhor é o meu pastor;
nada me faltara.
Ele me faz repousar
em pastos verdejantes.
Leva-me para junto
das águas de descanso;
refrigera-me a alma.
Guia-me pelas veredas da justiça
por amor do seu nome.
Ainda que eu ande
pelo vale da sombra da morte,
não temerei mal nenhum,
porque tu estás comigo;
o teu bordão e o teu cajado
me consolam.
Preparas-me uma mesa
na presença dos meus adversários,
unges-me a cabeça com o óleo;
O meu cálice transborda.
Bondade e misericórdia
certamente me seguirão
todos os dias da minha vida;
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre.
Amén

SALMO 91 DA BÍBLIA SAGRADA



SALMO 91 DA BÍBLIA SAGRADA
Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.
Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,
Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.
Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.
Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.
Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.
Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.
Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.
Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.
Salmos 91:1-16

terça-feira, 25 de junho de 2013

FOTO PÔR DO SOL.



































                                   SUNSET.

Observação: Proibido a reprodução total ou parcial, sem autorização previa da autora, nos termos da Lei Federal nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998, publicada no Diário Oficial da União de 20Fev98.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O CERRADO GOIANO!







Poema: 

A vida no Cerrado.


Viver no Cerrado é:
Ver a natureza no calor,
Nascente do sol.
É o chão vermelho onde passei,
É olhar para a vida e no imenso céu,
A paisagem linda
No amanhecer
E o pôr do sol
Ao entardecer.
É observar
Áqueles pastos verdes
E árvores na primavera.
É ir além,
Como é bonito:
Gados fazer filas
Para caminhar.
É naquele
Sertão Goiano
Que um dia
Eu vivi.
Ao ver
Passarinhos verdes,
A cantar
Ao amanhecer.
É olhar simplismente,
A chuva abundante,
Ao cair cada gotícula
De água ao varrer
O chão vermelho
E assim assentar a
Poeira, e essencialmente.
Olhar e apreciar a natureza
E ver como é lindo o
Cerrado goiano.




Autora: Kamila Almeida.


OBSERVAÇÃO: 
PROIBIDO A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL. SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DA AUTORA, NOS TERMOS DA LEI FEDERAL N°. 9.610 DE 19 DE FEVEREIRO DE 1.998 PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO DATADO DE 20FEV98.


AUTORIZADA DESDE CITAÇÃO DO AUTOR E DA FONTE DE PESQUISA.

CERRADO GOIANO, DO ESTADO DE GOIÁS-BRASIL.











             






domingo, 23 de junho de 2013

Frases:


  Frase:

  Não sabemos em verdade se temos verdadeiros amigos, só descubrimos com o passar do tempo.

                                                      Kamila Almeida.
                                                             Autora


Proibido a reprodução total ou parcial.   Sem a autorização prévia da autora, nos termos da Lei Federal n°. 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998 publicada no Diário Oficial da União datado de 20 de fevereiro 1.998.


Phrase:


We do not know if in fact we have real friends, only descubrimos over time.

                                                       Kamila Almeida.
                                                              Authoress

Forbidden the total or partial reproduction. Without the prior permission of the author, under Federal Law. 9610 of 19 February 1998 published in the Official Gazette dated 20 February 1998.

Cita:


No sabemos si en realidad tenemos verdaderos amigos, sólo descubrimos a través del tiempo.

                                                       Kamila Almeida.
                                                              Autora

Prohibida la reproducción total o parcial. Sin la previa autorización del autor, en virtud de la Ley Federal. 9610 de 19 de febrero 1998 Publicado en la Gaceta Oficial de fecha 20 de febrero de 1998.


Frases:


  Frase:

  O tempo passa, as pessoas mudam os sentimentos e tudo que sentia por você, está se esfriando.

                                                   Kamila Almeida
                                                        Autora


Proibido a reprodução total ou parcial.   Sem a autorização prévia da autora, nos termos da Lei Federal n°. 9.610 de 19 de fevereiro de 1.998 publicada no Diário Oficial da União datado de 20 de fevereiro 1.998.


Phrase:


Time passes, people change and all the feelings I felt for you, is cooling.

                                                    Kamila Almeida
                                                         Authoress

Forbidden the total or partial reproduction. Without the prior permission of the author, under Federal Law. 9610 of 19 February 1998 published in the Official Gazette dated 20 February 1998.

Cita:


El tiempo pasa, la gente cambia y todos los sentimientos que sentía por ti, está enfriando.

                                                    Kamila Almeida
                                                         Autora

Prohibida la reproducción total o parcial. Sin la previa autorización del autor, en virtud de la Ley Federal. 9610 de 19 de febrero 1998 Publicado en la Gaceta Oficial de fecha 20 de febrero de 1998.